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Sonha. Imagina. Esboça. Realiza. [VIVE!]

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Inspiração - Uma análise #1

Inspiração. S. f. 1. Acto de inspirar ou de ser inspirado. 2. Qualquer estímulo ao pensamento ou à actividade criadora. 3. O resultado de uma actividade inspiradora.

O que se esconde por detrás do conceito teórico? - Uma análise.

Quem nunca sentiu um fluxo interior inconsciente, potente como uma carga eléctrica, como que por pura magia? Não pode ser previsível: o tom de uma voz, um olhar casual de um desconhecido, o som do vento nos ramos das árvores, o laranja avermelhado do pôr-do-sol. Elementos do dia-a-dia, tão supostamente banais quanto os referidos, foram [e continuam a ser!] responsáveis por grandes inspirações - e criações. Metamorfoseados em peças musicais, quadros, livros…

Eu defendo a inspiração pura - Irracional. Sou da opinião que, racionalidades e estruturalismos programados não levam ao nascimento de algo verdadeiramente genuíno. As combinações que podem surgir no cérebro humano são infinitas e variadas.

#1 

Não há limites para a inspiração?

Quando é que a inspiração passa dos limites?

O que é Arte?

- criação

- imagem

- sentimento

- equilíbrio

- desequilíbrio

- semelhança

- contraste

- desespero

- fuga

- terapia

- revolta

- harmonia

- cultura

“I can never decide whether my dreams are the result of my thoughts, or my thoughts the result of my dreams.”
D. H. Lawrence
(1885 - 1930)

“I can never decide whether my dreams are the result of my thoughts, or my thoughts the result of my dreams.”

D. H. Lawrence

(1885 - 1930)

Surrealismo - A imaginação por impulso

Na segunda década do século XX, surgiu em Paris, um movimento artístico e literário, denominado de Surrealismo.
Inserido nesta época, em que a metamorfose de pensamentos e ideais era uma constante, despertou a curiosidade e a admiração de muitos.
Esta corrente foi fortemente influenciada por mentes grandiosas que se faziam notar nos anos 20, em especial, Sigmund Freud e as suas teorias psicanalíticas, como podemos observar pelo cariz enigmático das obras, que dão quase a sensação de estarmos a contemplar um sonho, ou pelo menos essa é a minha opinião pessoal. Sempre que contemplo um quadro inserido nesta vanguarda em particular, sinto-me como se estivesse a ter o privilégio de observar o sonho de outrem (ás vezes até tenho a sensação que alguns dos meus próprios sonhos), e isso é, no mínimo, mágico.
Outra das fortes inspirações do Surrealismo, foram as teorias de Karl Marx e Friedrich Engels, vulgarmente designadas por Marxismo.
O objectivo dos surrealistas era, segundo os próprios “produzir uma arte que estava sendo destruída pelo racionalismo”.
O fluxo imaginativo a manifesta-se livremente, sem a repressão do espírito crítico, pois o que domina tudo é o impulso psíquico. Os surrealistas deixam o mundo real de lado, e penetram no irreal, pois a emoção mais profunda do ser expressa-se apenas com a aproximação do fantástico, no ponto onde a razão humana perde o controle.


Filmes Intemporais #Parte1

A sétima-arte está repleta de obras e de actores fantásticos, que nos arrebatam quase que para outra dimensão; no entanto existem determinadas obras que deixam um marco mais profundo, e cuja magia perdura tão forte, como na sua primeira exibição.

Aqui ficam algumas recomendações intemporais:

Raging Bull, Martin Scorsese 1980 


The Godfather, Francis Ford Coppola 1972

The Good, the Bad and the Ugly, Sergio Leone 1966

Citizen Kane, Orson Welles 1941

Limelight, Charles Chaplin 1952


©Jean-Michel Berts - one of the best photographers.

Take a look at his inspirational gallery:

http://www.jeanmichelberts.com/

Sentir. Criar. Pensar.

Conceitos ultrapassados, ou apenas estagnados?

No mundo actual, a cultura de massas arrasta-nos para o comum, para o que está “In”, para o que agrada a todos. Mas e nós? E a nossa própria identidade, e os nossos gostos pessoais, as nossas opiniões? Parece que só são válidas, se aceites pela maioria. Entre a globalização do “ser” e a manipulação das mentes pelos meios de comunicação, caminhamos a largos passos para uma hecatombe inevitável.

O pior de tudo é que chegou a um ponto em que gostamos de ser manipulados, apreciamos que o nosso intelecto seja espezinhado sem piedade. Tornou-se parte do nosso dia-a-dia, e desconfio que muitos não conseguissem sobreviver já, sem a sua quota-parte de submissão às palavras e imagens sensacionalistas.

É a estupidificação a generalizar-se. Vejam quantas pessoas conhecem que preferem ler sobre a vida pessoal de X famoso num jornal ou revista cor-de-rosa, a um bom livro. Que tipo de contribuição, de realização, isso pode dar, mesmo no momento? Porque nem quero falar a longo prazo…

O ser humano quase que se tornou num robot, programado para ouvir, ler, ver e absorver somente as coisas fúteis e triviais da vida.

E sentir, criar, pensar? Não?